O blog Rádio Base lista principais emissoras de rádio pelos brasil que transmitem futebol:
São Paulo
Rádio Bandeirantes (SP)
Rádio Jovem Pan
Sistema Globo de Rádio
Rádio Capital
Rádio Record
Expressão da Bola
Transamérica FM
105 FM
Rio de Janeiro
Sistema Globo de Rádio
Rádio Tupi (RJ)
Rádio Manchete
Rio Grande do Sul
Rádio Bandeirantes (POA)
Rádio Gaúcha
Rádio Guaíba
Minas Gerais
Rádio Itatiaia
Sistema Globo de Rádio
Goiás
AM 730 - Goiânia
820 AM - Goiânia
Rádio Brasil Central FM (GO)
Recife
Rádio Jornal - Recife
Rádio Clube - Recife
Paraná
Rádio Banda B - Curitiba
Escolha a melhor transmissão e torça para seu time.
Domingo é dia de futebol
Para não dizer que não falei das (rádios) adultas
Ainda em cima da entrevista do Kid Vinil, para o site 4 Paredes da Revista Época, tirei mais este trecho, sobre o que ele anda ouvindo no rádio:
"Rádio: 'Meu irmão só ouve a CBN no carro e como quase não dirijo sou obrigado a ouvir com ele, mas às vezes ele muda pra Mitsubishi FM que acho legal, às vezes eles arriscam em alguma coisa inusitada e fica bom. Às vezes mudamos pra Eldorado, mas sinceramente eu acho a programação deles um porre, nada de novo e ele vão naquela linha 'o melhor do mesmo', mas é o lance deles de 'rádio adulta' e isso funciona, parece que as pessoas querem sempre ouvir a mesma música, não dá pra arriscar. Que pena”.
Isso que ele falou é preocupante. Fazem rádio adultas a torto e a direito pelo país afora, como se isso fora sinônimo de se tocar apenas "flash back", como se o pessoal com mais de 30 anos só ouvisse música velha. Se ao menos tocassem tudo o que foi produzido de melhor em décadas passadas, ainda dava pra engolir. Mas é aquela mesma seleção "Rest Sellers" de sempre, como diria Luis Antonio Mello, criador da lendária Fluminense FM e Globo FM.
Sempre fui contra essa porcaria de segmentação de rádio aqui no Brasil porque eles nivelam por baixo. Se preocupam com o "target" da audiência, mas não "segmentam" pela qualidade do produto a ser veiculado. Escolhem uma faixa de público - mulheres de 15 a 40 anos, classe C, moradora da periferia, por exemplo, e determinam que elas gostam de pagode mauricinho, arhgxé e breganejo. Pronto. Se massifica a programação em cima daquilo que se tem de pior e dá audiência instantânea. E como ficam as moças de 15 a 40 anos que realmente gostam de uma música melhor? Será qua é a maioria consegue ser tão tapada assim e precisa ser tratada como débil mental musical?
E as rádios para os "jovens"? Descobriram há tempos que eles - os "jovens" - gostam de música pop. Até aí, tudo bem. Em vez de fuçar na internet e ver o que a molecada está ouvindo, baixando e curtindo, insistem em continuar ditando o "sucesso" das paradas americanas, como se ainda não existisse a internet e a sua interatividade.
É Como se não existissem dezenas de sites colocando no ar 50 bandas novas - e boas - todos os dias. É como se Beyoncé, Lady Gaga e Mariah Carey fossem a Aretha Franklin, a Diana Ross e a Supremes do novo milênio. E como se o Strike, Fresno e NX Zero fossem bandas de rock de verdade, e não "Emo Boy Bands" tupiniquins travestidos de roqueiros de "atitude".
Ainda está fresca em minha memória, certa vez que fui à MTV assistir a uma gravação do "Gordo Freak Show". Era uma gincana maluca, com vários quadros, coisas bizarras e vários prêmios para a platéia. Fui como convidado do pessoal da banda de hardcore "Ação Direta". A cada entrada e saída do bloco, eles tocavam trechos de músicas de seu repertório. Só porrada na orelha. Era hardcore mesmo, não essa coisinha emo, sentimental, barulhenta e brega, que algumas bandinhas "Boy Bands" chamam de "hardcore".
A certa altura, João Gordo, o apresentador, que havia convidado pessoalmente a banda, deu um esporro no diretor fora da gravação: "Tá vendo, diretor, tem que chamar banda de rock mesmo, fodona, de atitude, que nem a galera do 'Ação Direta'. aqui ó. Banda de responsa, 20 anos de estrada. Mas quandoa gente vai pra reunião de produção, você e o pessoalzinho quer chamar bandinha chabi tipo'Ludov, nhem-nhém-nhem'". No que pese o fato do Gordo curtir todas as vertentes mais vioentas do Hardcore e Heavy Metal ultrapesado, a MTV, a única rede musica de TV mais ou mneos séria do Brasil, adora enfiar bandinhas "água com açúcar", "popezinha" em tudo que é buraco da programação. Mas pelo menos de vez em quando dá para ver e ouvir rock de verdade naquele canal.
E as rádios FMs na mesma "linha da MTV"? Nem ao menos abrem espaço para algo mais "alternativo". Preferem abrir as pernas para a barangagem musical. Em algumas rádios "adultas", de quando em vez, inventam de rolar alguma pérola daquele desarranjo intestinal chamado "Tribalistas", formado pela competente Marisa Monte, em companhia do "genial" Carlinhos Brown e o "inovador" Arnaldo Antunes. Isso quando não enfiam o "original e inspirado" Jorge Vercilo goela abaixo. Como diria o gentleman Clodovil: "Será que eu chego"?
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Marcadores: Kid Vinil
Entenda por que o rádio "jovem" anda esclerosado
Quem vai explicar o que acontece com as ditas emissoras "jovens", como Jovem Pan, Transamérica, Mix, Metropolitana, 89 e afins, é Kid Vinil, que dispensa apresentações, em entrevista a Rodney Brocanelli, do site 4 Paredes (veja o link no post anterior). Acompanhe e pense.
Sobre o panorama atual das rádios musicais, Kid acha que não existe mais a velocidade de outrora: “Lembro que nos anos 70 e 80 era dificil de conseguir os discos, mas os caras viajavam e traziam as novidades semanalmente pra tocar no rádio. Onde foi parar essa velocidade de informação? Hoje com Internet e tudo mais as pessoas voltaram no tempo. Parece que estamos na decada de 50, quando nada chegava por aqui. Numa época em que tudo anda mais rápido, o rádio musicalmente falando deveria ter essa velocidade, mas o que nós ouvimos nas rádios é ‘o melhor do mesmo’”.
Esse diagnóstico que Kid faz do rádio é um dos motivos que impedem sua volta ao veículo. “Na época em que comecei, os caras que as dirigiam as rádios eram mais visionários e ligados em música. O Maurício Kubrusly, meu diretor na Excelsior, foi um dos mais criativos radialistas que eu já conheci, assim como o Antonio Celso que me mostrou pela primeira vez Ziggy Stardust, do Bowie, e Electric Warrior, do T Rex, em 1972. Essas pessoas enxergavam lá na frente e ousavam. Isso que falta no rádio de hoje: ousadia”, explica.
Ainda sobre o assunto, Kid conta um episódio o deixou bastante desanimado com relação a continuar buscando espaço no dial: “Uma rádio que não vou citar o nome queria se instalar em SP e previamente reuniu uma série de pessoas dos meios de comunicação para darem suas opiniões sobre o que seria uma rádio ideal para São Paulo. Eu dei minhas opiniões sobre o que eu achava sobre o assunto estava crente que descolaria um espaço na tal rádio. Algum tempo depois a rádio entrou em SP, com uma programação esquisita, às vezes moderna, às vezes comercial demais. Saquei que não havia espaço pro meu trabalho nessa rádio, pois no final das contas descobri ainda que algumas daquelas pessoas que me chamaram para ouvir minha opinião me odiavam gratuitamente. Fiquei muito decepcionado e desisti de procurar por rádios, pois sinto que faltam os Antonio Celsos, os Marco Antonio Galvão e os Kubruslys, os Maias, os Magliocas e até os Lélios (citei nomes de alguns coordenadores de rádio) que me ouviram e acreditaram em mim no passado”.
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É o que a gente vem falando aqui há séculos, só que o Kid foi mais suscinto! Enquanto isso, na "concorência", continua o oba-oba, dos "baba-ovos" de sempre. Ê, Brasil!
Enviado por Marco Ribeiro às 12:14 0 ouvintes deram sua opinião
Marcadores: Kid Vinil
Programa de rádio "Chupim" é autor de trote do Lula
Por Fabio Rodrigues
da Folha on Line
O homem que deu uma entrevista a uma rádio australiana se passando pelo presidente Lula é integrante do programa "Chupim", da Metropolitana FM. O caso já mobilizou até o GSI (Gabinete de Segurança Institucional).
O programa de humor é comandado por Marcelo Barbur, que faz a personagem Beby. O "cover" do presidente atende pelo nome de Bartô.
No tocador abaixo, extraído do YouTube, é possível ouvir trechos de outro trote idêntico, mas cujo alvo foi uma rádio de Angola.
Ouça
Os integrantes do programa se passam pela assessoria do Lula e oferecem entrevistas exclusivas com o suposto presidente. O falso assessor diz que o objetivo das entrevistas é garantir a segurança do Rio de Janeiro durante as Olimpíadas de 2016.
O GSI informou que vai investigar o caso do falso "presidente Lula". Procurada pela reportagem, a assessoria da Presidência informou que não comentará o caso. A rádio Metropolitana FM também não confirma ser autora da brincadeira.
Comentário: Quem traz a melhor cobertura do caso é - curiosamente - um blog sobre futebol: o Blog do Boleiro, do jornalista Luciano Borges. Leia aqui e aqui. A busca pela audiência do público jovem no FM, infelizmente, foi longe demais.
sábado, 7 de novembro de 2009 | Enviado por Rodney Brocanelli às 00:20 0 ouvintes deram sua opinião
Kid Vinil no blog 4 Paredes

Nesta semana, o blog 4 Paredes (que está no site da revista Época São Paulo) tem o prazer de receber Kid Vinil. Além dele falar sobre o que gosta de fazer quando está dentro de casa, o músico e radialista falou bastante sobre seu atual momento como podcaster e sobre rádio. Clique aqui e acompanhe o papo.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009 | Enviado por Rodney Brocanelli às 14:46 1 ouvintes deram sua opinião
Blog Rádio Base participa do programa Expressão da Bola
Vejam só como é a vida. Há alguns posts abaixo, falei sobre a participação de um jornalista no programa Notícia em Foco, da CBN, que estava aparentemente nervoso durante o debate sobre crítica musical. Pois bem, hoje foi a minha vez. Mudei de lado: deixei de ser a pedra e passei a ser vidraça, por algum tempo. Fui convidado a falar sobre o Rádio Base no programa Expressão da Bola, veículado pela Rádio Difusora, de Osasco. Em aproximadamente 15 minutos, contei um pouco sobre a história do blog e os ouvintes ainda puderam se delicar com as gafes do rádio coletadas por nossa equipe e publicadas aqui.
O leitor pode conferir o papo no player abaixo. Não está completo, pois houve um problema na minha gravação, mas não se perdeu muita coisa. Assumo que meu nervosismo me fez errar o endereço do blog na hora de divulga-lo. Também dei uma viajada legal na resposta sobre o futuro do rádio AM, mas com um pouco de boa vontade é possível entender o meu conceito. No fim das contas, foi um belo debate sobre o rádio esportivo. Só me resta agradecer aos camaradas Guga Mendonça e Gomão Ribeiro pela oportunidade e tomara que venham outras para podermos falar sobre esse apaixonante veículo.
Para quem reclamou que não consegue visualizar o player acima, segue outro que talvez não dê tanto problema:
quarta-feira, 4 de novembro de 2009 | Enviado por Rodney Brocanelli às 19:31 0 ouvintes deram sua opinião
Rádio 730 AM x Goiás Esporte Clube e Hélio dos Anjos
A briga envolvendo a Rádio 730 AM, de Goiânia, e o atual técnico do Goiás EC, Helio dos Anjosé mais séria do que parecia ser. No último dia 30 de outubro, falamos aqui sobre o longo pronunciamento feito por Jorge Kajuru, o ex-proprietário da emissora, a respeito dos últimos acontecimentos envolvendo ambas as partes. A história não morreu aí. No último domingo, durante a entrevista coletiva após a partida de seu clube contra o Alético Mineiro, Hélio voltou a atacar a 730 AM, dizendo, entre outras coisas, que seus profissionais recebiam dinheiro para falar bem de certos clubes e que outros estariam empresariando jogadores. Por outro lado, ao, que parece, a diretoria do Goiás está ao lado de seu profissional, especialmente na autorização para que a estrutura de transmissões externas da rádio fosse desmontada nos seus respectivos centros de treinamento. Para rebater as acusações, o diretor-superintendente da emissora, Carlos Bueno de Moraes, ocupou o espaço dos Debates Eesportivos para responder as declarações de Hélio. É possível ouvir a íntegra no player abaixo.
Enviado por Rodney Brocanelli às 14:13 0 ouvintes deram sua opinião
Elis Regina no rádio
Não se sabe ao certo, mas o ano é 1981. Elis Regina participou do programa Sintonia Fina, da Rádio Nacional FM, fez uma seleção de músicas das quais gostava e dispensou o apresentador para apresenta-las ao público. No player abaixo, ela indica Divino Maravilhoso, gravação de Gal Costa.
Na sequência, ela escolheu uma versão que Tetê Espíndola fez para Refazenda, clássico de Gilberto Gil.
Enviado por Rodney Brocanelli às 01:11 0 ouvintes deram sua opinião
Mídia de trapizongas
A inspiração do avestruz
Por Alberto Dines
O mais respeitado suplemento literário do mundo ibero-americano é o "Babelia" (sábados, El País). Na última edição (nº 934, 17/10) nenhuma palavra sobre a Feira de Frankfurt nem sobre o apresentação oficial do Kindle, o leitor de livros digitais, lançado dias antes pela Amazon. O silêncio contrasta com o comportamento do Brasil novidadeiro que comemorou com rojões o lançamento da nova trapizonga (no dizer de João Ubaldo Ribeiro).
A Feira de Frankfurt é o maior evento livreiro do mundo; não é propriamente literária, mas claramente comercial: os editores querem ver o que há de novo e o que podem comprar para lançar em seus países. Já os suplementos literários ou culturais funcionam na etapa seguinte e em outra direção: vendem conteúdo, acompanham os lançamentos, apuram o gosto do público, tentam despertar interesses e levar mais gente a freqüentar livrarias e a comprar livros.
A trepidação em torno do Kindle na mídia brasileira (inclusive nos cadernos culturais), além de prematura, excessiva, é caipira. O livro digitalizado pertence à esfera dos formatos e das tecnologias, o que pulsa dentro deles é literatura, qualquer que seja o gênero. E os veículos de comunicação, na condição de ferramentas disseminadoras de cultura, deveriam atentar para o seu "modelo de negócio" baseado no estímulo continuo à curiosidade intelectual e ao hábito de leitura. No papel ou numa maquineta eletrônica.
Futurismo sem lastro
Se no Brasil o Kindle transformar-se num incentivador da leitura e da busca do conhecimento, então viva o Kindle. Mas antes de promovê-lo ao status de "messias" e solucionador do nosso atraso cultural, conviria resolver os problemas subterrâneos que comprometem e atravancam a adoção universal das novas tecnologias de informação.
Nossa mídia detesta noticiar os apagões que freqüentemente silenciam os nossos celulares porque o telemóvel é o aparelho que mais se vende no Brasil (e também o que mais se rouba). Colocar o sistema de telefonia móvel sob suspeita pode representar um tranco pesado na publicidade do varejo de eletrodomésticos. Nossa mídia também não gosta de encarar a baixíssima qualidade da banda larga. Se o fizer estará admitindo que suas edições digitais apresentam sérios handicaps funcionais.
O avestruz é o símbolo e o inspirador da nossa mídia. Ao invés de identificar problemas e mostrar que sabe solucioná-los, prefere escondê-los. A melhor prova é a queda da qualidade das transmissões radiofônicas em FM, visivelmente prejudicadas pela interferência das antenas de telefonia celular instaladas aleatoriamente, sem controle, nas coberturas dos prédios e multiplicadas com incrível velocidade.
Os conglomerados de mídia que operam no segmento radiofônico jamais admitirão que ouvir rádio nas grandes cidades brasileiras deixou de ser um prazer. As agências de publicidade – que teoricamente deveriam defender os interesses dos anunciantes fiscalizando a qualidade da transmissão – preferem contornar e camuflar as dificuldades.
O rádio é um meio de comunicação insuperável – desde que funcione e seja ouvido. É mais confortável e mais rentável saudar o Twitter como a grande revolução na comunicação, inebriar-se com os milagres do Kindle e idolatrar a as novidades paridas diariamente pelos tecnocratas.
O futurismo sem lastro humanista é estéril. É o outro nome da cultura da obsolescência. Ambos são tabus. Principalmente na taba tupiniquim.
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Esse problema de interferências das antenas de celulares no rádio FM é um pepino. A começar que as antenas de celular operam em baixa potência e em frequências diferentes das de FM. Estou surpreso ao saber que eles são instaladas a torto e á direito. Pensei que a ANA TEL fiscalizasse isso. Certa vez, uma marca de serviços de radiotelefonia quis instalar uma antena lá no alto do meu condomínio. Eles garantiam que não haveria problema algum para os moradores e pagariam 2 mil reais por mês de aluguel pro condomínio. Na dúvida, não aceitamos. Às vezes penso se não teria sido melhor aceitar. Mas, pensando bem, talvez hoje tivéssemos reclamando de problemas que esses transmissores viessem a causar. Vai saber, né?
terça-feira, 3 de novembro de 2009 | Enviado por Marco Ribeiro às 20:24 0 ouvintes deram sua opinião
Marcadores: rádio FM
Podcast na academia
Pela quantidade (e pela qualidade), pode-se dizer que o formato podcast – ou audiocast – está ganhando cada vez mais adeptos no país, tanto da parte de cá do microfone (quem fala), quanto da parte de lá (quem ouve).
Mas a coisa corre de forma empírica, ou seja, aprende-se fazendo, observando podcasters de fora ou mesmo os brasileiros que abraçaram a causa logo no começo da história. E a academia (do conhecimento, não a de ginástica), aos poucos, vai produzindo material sobre o tema.
Na Universidade Federal de Santa Catarina, a formanda em jornalismo Déborah Salves está terminando sua colaboração para o tema. Seu TCC é sobre podcast e, o mais interessante, no formato de podcast. “A ideia é fazer um levantamento sobre como vêm sendo produzidos os podcasts brasileiros. O roteiro aborda questões como erros e acertos, dificuldades superadas, difusão do podcast no Brasil, relação com redes sociais, etc”, diz Déborah.
Filipe Speck, já formado em jornalismo, dá uma força para Déborah na realização do Podcast Imediato, que, mesmo depois do TCC, continuará no ar com periodicidade quinzenal.
O tema da quinta edição do Podcast Imediato foi “podcasts de música”. Os entrevistados foram Roberto Miller Maia, do Momento Maia Podcast, Fernando Castro, do Urbanação e eu, que falei sobre o meu podcast, o Outra Versão, ganhador do prêmio de melhor podcast musical de 2008, segundo o júri do Prêmio Podcast, que realizou sua primeira edição no ano passado.
O papo foi muito interessante e espero que eu tenha contribuído com o trabalho da Déborah. Aliás, foi até a forcinha de que eu estava precisando para tentar retomar o Outra Versão, que parei no meio de 2009 e não consegui mais retomar, por falta de tempo.
Então, confira o TCC de Déborah Salves, o Podcast Imediato.
Enviado por Marcos Lauro às 00:54 0 ouvintes deram sua opinião
Notícia em Foco discute o jornalismo musical
O programa apresentado todas as segundas, na CBN, teve como tema a crítica musical. Mariza Tavares e Roberto Nonato receberam os convidados Antonio Carlos Miguel (O Globo), Jotabê Medeiros (Estadão) e João Carlos Santana, da própria emissora.
Primeiramente, não deixou de ser uma ironia que o assunto fosse discutido justamente num dia de finados. Afinal, a indústria musical, como a conhecemos, está morrendo e, caso não tome jeito, o jornalismo musical terá o mesmo fim. Digo isso, uma vez que, em muitos casos, o público chega à informação musical muito antes do jornalista. O próprio Lúcio Ribeiro já admitiu em entrevistas que ele nada mais é que um "farol do leitor". Um termo bonito para dizer que são seus leitores que o avisam das novidades musicais.
O andamento do Notícia em Foco foi atravancado por dois motivos: o excesso de interrupções para a entrada de notícias locais sobre a volta do feriadão. Num deles, entrou até um boletim para anunciar mais uma vinda do Air Suplly ao Brasil(!). Sobre esse ponto, penso que a CBN precisa definir se nesse horário ela quer levar ao ar um debate ou se quer continuar veiculando notícias em pílulas. Do jeito que está, fica um tanto caótico.
A escolha dos convidados é o outro que prejudicou o programa. Dois deles tem larga experiência e competência no jornalismo escrito. Isso não significa que ambos sejam bons de microfone. Pelo menos um deles demonstrava estar pouco a vontade.
Declarações óbvias e conceitos que foram amplamente discutidos em outros espaços marcaram o debate entre os convidados. Não dá para dizer que saiu uma abordagem nova ou original. Esses defeitos podem até soar irrelevantes para parte do público da CBN que não tem grande afinidade com o tema. Mas certamente cansou a outra parte que é iniciado nele.
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No player abaixo, é possível ouvir a edição do Notícia em Foco que abordou o jornalismo musical:
segunda-feira, 2 de novembro de 2009 | Enviado por Rodney Brocanelli às 20:24 4 ouvintes deram sua opinião
Moacyr Franco a Caminho do Sol
Estava para publicar essa há algum tempo, mas só foi possível agora. Moacyr Franco concedeu uma extensa entrevista ao programa Bandeirantes a Caminho do Sol no último dia 29 de agosto. O cantor além de falar do seu Palmeiras, respondeu a perguntas de ouvintes. A apresentação é de Alex Muller. Confira um trecho no player abaixo:
Enviado por Rodney Brocanelli às 18:37 0 ouvintes deram sua opinião
Aqui na internet também é assim
Muito bom o artigo do jornalista Clóvis Rossei na Folha Online sobre "jornalistas e assessores de imprensa". Serve para quem produz notícia, serve para quem a consome> aqui na internet também é assim. Leia e entenda. Depois eu comento.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/clovisrossi/ult10116u646589.shtml
Enviado por Marco Ribeiro às 15:50 0 ouvintes deram sua opinião
Marcadores: Clóvis Rossi
Cólera faz 30 anos. Nãããããão Perca!
CÓLERA FAZ SHOW DE 30 ANOS NO ABC PAULISTA
Sábado, 31 de outubro, em São Caetano do Sul
CÓLERA
Abertura de show: DZK, Menstruação Anárkika e 88 não!
O evento começa às 15h e vai até às 23h30
16h: Palestra "Faça Você Mesmo!" com Redson, guitarrista e vocalista do Cólera.
Exposição de imagens, fotos, cartazes históricos dos 30 anos.
Local: Projeto Cidadão do Mundo
Rua Rio Grande do Sul, 73 (uma quadra da estação de trem de São Caetano do Sul, atrás da sede das "Casas Bahia")
Ingressos: Antecipados limitados = R$ 7,00 na Galeria do Rock, Meduza Records, 1º andar, loja 279
Na porta = R$ 10,00
A galera da produção do programa Rádio Base Urgente estará lá na porta, fazendo o quê, eu não sei, mas eles dizem que vão.
sábado, 31 de outubro de 2009 | Enviado por Marco Ribeiro às 11:55 0 ouvintes deram sua opinião
Marcadores: Cólera
Rádio Base Urgente, sábado no arrr....
E a gente continua comemorando o primeiro aninho de vida do nosso programa de rádio, com os melhores do rock brasileiro e gringo.
PROGRAMA 31 DE OUTUBRO DE 2009
01 - GOLPE DE ESTADO - UNDERGROUND (4:27)
02 - PAUL McCARTNEY - BLACK BIRD (UNPLUGGED) (2:09)
03 - YO LA TENGO - AUTUM SWEATER (5:18)
04 - SONIC YOUTH - SUNDAY (4:52)
05 - KSIS - EXPERIMENTO (3:01)
06 - TALKING HEADS - ONCE A LIFE TIME 77 (4:21)
07 - MOODY BLUES - NIGHTS IN WHITE SATIN (4:26)
08 - PATO FU - QUALQUER BOBAGEM (3:34)
09 - AÇÃO DIRETA - REFÉNS DO MEDO (2:11)
10 - FOO FIGHTERS - MY HERO (4:20)
11 - ROCKZ - HARE HARE (3:00)
12 - DAVID BOWIE & MICK JAGGER - DANCING IN THE STREET (3:16)
13 - MUTANTES - RITA LEE (3:04)
14 - RAGE AGAINST THE MACHINE - BULLS ON PARADE (3:51)
Programa Rádio Base Urgente, o pop rock levado a sério
Sábado, 14h, Rede USP de Rádio,
São Paulo, 93,7 MHz - Ribeirão Preto, 107,9 MHz
Ouça os nosso podcast no site da Rádio USP
Enviado por Marco Ribeiro às 11:50 0 ouvintes deram sua opinião
Marcadores: Rádio Base Urgente
O rádio nas ondas da TV
Mais um trabalho e reportagem, desta vez da TV Justiça, falando sobre o poder e a importância do Rádio;
Via Legal discute o poder do rádio
Rádio pirata
Não é de hoje que as rádios comerciais brigam para tirar do ar as rádios piratas. Elas são muitas e ainda desafiam a fiscalização. De acordo com a Constituição, cabe ao governo federal autorizar o funcionamento de uma rádio. No entanto, a prefeitura de Olinda, em Pernambuco, interpretou a norma de forma diferente e passou a conceder as licenças. Juliano Domingues conta o caso chegou a Justiça Federal que proibiu a liberação dos documentos.
Voz do Brasil
No ar há 74 anos, a Voz do Brasil é, não só o programa de rádio mais antigo como também o mais questionado do país. Pra se ter uma ideia, ele é tema de mais de 60 projetos de lei no Congresso Nacional. Há quem encare o programa como um resquício da ditadura. Para outros, é uma forma justa de divulgar informações dos órgãos públicos. Viviane Rosa conta que uma rádio do Rio de Janeiro briga na Justiça para não ter que interromper o horário nobre da programação para transmitir as notícias oficiais.
Informação e serviço
Da periferia do Recife, vem um bom exemplo de como o rádio pode ajudar uma comunidade inteira. O Via Legal foi conhecer de perto a Rádio Alto Falante, uma emissora pequena e que, apesar de funcionar de forma precária, segue à risca o dever de incentivar e divulgar a cultura local.
Faça como ele
Normalmente, quem está à frente de uma rádio pirata atribui o funcionamento irregular à demora do governo para analisar os pedidos de licença. Quando isso acontece, é possível buscar ajuda nos tribunais. Foi o que fez o diretor da Rádio Sorriso, que funciona na cidade de Novo Hamburgo, no sul do país.
Enviado por Marco Ribeiro às 01:31 0 ouvintes deram sua opinião
Marcadores: TV Justiça, Via Legal